JUVENTUDE FRANCISCANA - JUFRA

Regional NE B1 PE/AL

União dos Palmares sediou o VII Encontro Regional de Formação

Nos dias 25, 26 e 27/11, União dos Palmares/AL sediou o VII Encontro Regional de Formação.

Com o tema: "Acolher, amar, evangelizar nossas crianças: faz parte da nossa missão!" a Secretaria Regional de Formação e a Secretaria Regional de Infância, Micro e Mini Franciscanos procuraram desmistificar o serviço de IMMF em nosso regional; conhecer mais sobre a realidade e o trabalho das fraternidades que possuem um núcleo de IMMF e capacitar as fraternidades locais que ainda não possuem um núcleo para trabalhar com as crianças e adolescentes respondendo a uma das prioridades da JUFRA do Brasil para este triênio.

O encontro foi realizado na Escola Municipal Dr. Paulo de Castro Sarmento e contou com a participação de representantes de 8 fraternidades do nosso regional. A Fraternidade anfitriã, Frei Galvão, organizou para o encerramento do encontro um passeio cultural até a Serra da Barriga para conhecermos um pouco mais da história do principal cartão postal da cidade, o Quilombo dos Palmares e de seu filho mais ilustre, o guerreiro Zumbi dos Palmares.

Confira as fotos do #7ERF:

JUFRA do Brasil lança 7ª Jornada Franciscana pelos Direitos Humanos para IMMF

Caríssimos irmãs e irmãos,

A JUFRA do Brasil vive um momento muito relevante - mais uma Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos (JFNDH). O tema deste ano é bastante atual: Economia e Direitos.
O assunto tão presente e atual à nossa realidade pode ser discutido com as crianças e com os adolescentes? Se a crise econômica atinge a todos, todos nós devemos discuti-la! E os nossos pequenos vivem a nos surpreender, costumam dar um "show" nas reflexões mais profundas com respostas simplificadas - que, muitas vezes, adulto não consegue perceber.

O intuito de vivenciar a temática da discussão de economia é despertar nos nossos pequenos irmãos e irmãs o interesse de questionar e apontar soluções para os problemas que afligem a sociedade especialmente no âmbito da desigualdade social, fruto de uma economia não solidária, gananciosa e injusta.

O encontro desenvolvido para IMMF (Baixe aqui) propõe questionamentos sobre capitalismo, economia solidária e o que Jesus nos sugere sobre o uso dos bens materiais. Se a fraternidade achar necessário ser mais de um encontro para um aprofundamento do tema ou a ampliação da discussão, fiquem a vontade! E não esqueçam das fotos e dos registros!

A elaboração desse material teve a valorosa contribuição do Jufrista iniciante Felipe Viveiros, da Fraternidade Santíssima Trindade de Santa Catarina. Felipe, obrigada pela disponibilidade espontânea para servir na nossa IMMF!

Esperamos que essa Jornada seja rica de aprendizados, partilhas e possa ainda apresentar ações concretas na vida dos nossos irmãos da Infância Micro e Mini Franciscanos.

Um abraço fraterno com toda a paz e todo o bem!

Sabrina Ferreira da Silva
Secretária Nacional de Infância Micro e Mini Franciscanos

JUFRA do Brasil lança 7ª Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos

Queridos/as irmãos/ãs, paz e bem!

A Juventude Franciscana do Brasil, através da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, Justiça, Paz e Integridade da Criação – DHJUPIC, apresenta a 7ª Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos. Com o tema ”Economia e DIREITOS” e o lema “Este Sistema é INSUPORTÁVEL: Exclui, Degrada, Mata” iremos abordar os ensinamentos, as denúncias e as ações que o Papa Francisco nos apresenta e nos desafia.

Como cristãos/ãs e franciscanos/as, não podemos ser coniventes com uma sociedade onde há tanto sofrimento e injustiça. Uma sociedade que ameaça o solo, a água, o ar e toda a Criação em nome de um crescimento que exalta o valor econômico e descarta o valor da vida e a dignidade humana.

Assim, o Papa nos diz: “Precisamos e queremos uma mudança! Uma mudança real, uma mudança de estruturas. Devemos reconhecer que há um elo invisível que une cada uma das exclusões e injustiças presentes em todo o mundo. Devemos reconhecer que estas realidades destrutivas correspondem a um sistema que se tornou global e impõe a lógica do lucro a todo o custo, sem pensar na exclusão social nem na destruição da natureza”.

Temos acompanhado muitos retrocessos sociais com o intuito de “ajustar a economia”. Proposta de Emenda Constitucional para limitar investimentos em saúde e educação; reforma da previdência social e das leis trabalhistas dificultando ainda mais a vida dos/as trabalhadores/as; Diminuição de programas de distribuição de renda. Mas, afinal, que economia é essa? A quem ela serve?

Convidamos a todos/as a participarem desta 7ª Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos. Animem suas fraternidades e comunidades para gritarmos a uma só voz: NENHUM DIREITO A MENOS! Que o Francisco de Assis e o Francisco de Roma, com a intercessão de Santa Clara, nos abençoem, nos deem força, fé e coragem para nos empenharmos cada vez mais em viver e trabalhar pela justiça, pela paz e pela integridade da criação, na promoção da “globalização da esperança, que nasce dos povos e cresce entre os pobres”.

Para baixar os materiais,  clique aqui 

5 jovens professam na Ordem Franciscana Secular de Bom Conselho



Na Solenidade de Cristo Rei do Universo, 5 jovens (Antônio José, José Alfredo, José Douglas, Marília Cosme e Priscylla Cavalcante) professaram definitivamente na Ordem Franciscana Secular – Fraternidade Santa Isabel da Hungria – Bom Conselho/PE. A Celebração Eucarística aconteceu no começo da manhã do domingo (20/11), na Capela do Colégio de Nossa Senhora do Bom Conselho, tendo como presidente Frei José Roberto Holanda Júnior, OFMCap (Assistente Espiritual da JUFRA Local – Luz Clara).

Grande parte dos franciscanos seculares, familiares e amigos estavam participando da celebração, onde logo após a homilia os irmãos e irmãs foram recebidos na fraternidade de OFS. É interessante ressaltar, que 4 desses jovens fizeram sua caminhada formativa na JUFRA, concretizando assim sua vocação franciscana.

Logo após a Missa, houve o café da manhã festivo na sede da OFS e reflexão sobre a vida da padroeira da Ordem – Santa Isabel da Hungria, finalizando com a oração final, realizada pelo ministro local, José Valter Araújo, OFS.




Com informações da:
Coordenação Regional de Comunicação
OFS Regional NE B2 PE/AL









Consciência negra e racismo: educação é a saída


A história do Brasil é uma história de Genocídios:  o Genocídio das populações originárias, renomeada indígena. Estima-se que os portugueses encontraram nestas terras mais de 1.000 povos que perfaziam de dois a seis milhões de pessoas.

O Genocídio negro, através de um regime de escravidão que durou 388 anos e que custou o sequestro e o assassinato de cerca de 7 milhões de seres humanos africanos e outros tantos milhões de seus descendentes.

O Genocídio negro e o indígena continuam, caracterizados hoje pela ação do Estado e de seus governos através da violência dirigida às poucas comunidades indígenas e quilombolas e ao povo negro das cidades, ambos barbaramente vitimados pela ação policial, bem como pela negação de direitos sociais e de oportunidades, cristalizadas a partir da abolição da escravidão.

É preciso admitir: Temos no currículo, infelizmente, um dos maiores crimes de lesa-humanidade já vistos.

20 de Novembro é o Dia Nacional da Consciência Negra. É o momento de celebrar a memória Zumbi dos Palmares e Dandara, herói e heroína do povo brasileiro. Mas acima de tudo é um dia de reflexão e busca de novas formas para enfrentar a triste herança de tanta violência e opressão: o racismo.


Neste mês de Novembro, é preciso destacar e reafirmar a atuação que escolhemos e acreditamos ser a mais eficiente maneira de combater o racismo e tudo que cerca e alimenta na mentalidade coletiva a naturalização da violência e as injustiças dirigidas ao povo negro brasileiro: a Educação Popular.


Por Douglas Belchior

EDUCAÇÃO REFORÇA A DESIGUALDADE ENTRE NEGROS E BRANCOS


No Brasil, brancos frequentam escola por mais tempo, enquanto pretos e pardos têm acesso a escolas de pior qualidade.

Quando se trata de educação, a desigualdade entre negros e brancos ainda é grande no Brasil. Segundo dados organizados pelo movimento Todos pela Educação e divulgados nesta sexta-feira (18/11), os brancos concentram os melhores indicadores e são a parcela da população que frequenta a escola por mais tempo.

A falta de oferta de uma educação de qualidade é o que aumenta esta desigualdade, aponta o estudo divulgado dois dias antes do Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro.

O estudo leva em consideração os critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que considera como negro os cidadãos que se declaram pretos ou pardos.

De acordo com o levantamento, a taxa de analfabetismo é de 11,2% entre os pretos, 11,1% entre os pardos, e 5% entre os brancos.

Até os 14 anos de idade, as taxas de frequência escolar não variam muito entre as populações. No entanto, a partir dos 15 anos as diferenças se destacam: enquanto, entre os brancos, 70,7% dos adolescentes de 15 a 17 anos estão no ensino médio, entre os pretos e pardos este número cai para 50,5% e 55,3%, respectivamente.

No terceiro ano do ensino médio, a diferença é ainda maior a partir da análise da aprendizagem dos conteúdos. Segundo o estudo, 38% dos brancos; 21% dos pardos; e 20,3% dos pretos têm o aprendizado adequado em Língua Portuguesa. Em matemática, 15,1 % dos brancos; 5,8% dos pardos e 4,3% dos pretos têm o aprendizado adequado.

POLÍTICA ESPECÍFICA

Em entrevista à Agência Brasil, presidente executiva do momento Todos Pela Educação, Priscila Cruz, afirma que os estudantes mais vulneráveis são os que têm acesso a escolas com piores infraestrutura e ensino.

"A chance de um filho de pais analfabetos continuar analfabeto é muito grande, e isso é mais forte na população negra. Então, se a gente tem uma dívida histórica com a população negra, não basta só ter direitos iguais, não adianta a gente só dar direitos iguais a negros e pardos, a gente tem que ter políticas específicas na educação básica", afirmou.

Para a presidente do movimento, é preciso dar as melhores escolas para a população negra e parda. "Porque ela só vai conseguir romper o ciclo de exclusão e pobreza em que estão presas há gerações com política pública específica. Não adianta ter diploma, é a qualidade que vai importar. Para conseguir qualidade, o estado tem que dar muito mais para a população historicamente excluída."

INDICADORES DE DESIGUALDADE

Os negros são a maioria da população brasileira – 52,9% –, segundo dados do IBGE de 2014. Apesar de ser maioria, essa parcela da população ganha menos da média do país, que é de 1.012,25 reais. A média de renda familiar per capita é de 753,69 reais entre os pretos, e 729,50 reais, entre os pardos. Os brancos têm renda média de 1.334,30 reais.

Outros dados também apontam desigualdade. Entre os desempregados, os negros (7,5%) e pardos (6,8%) são a maioria – brancos (5,1%). O trabalho infantil também é maior entre pardos (7,6%) e pretos (6,5%) que entre brancos (5,4%).

Por Deutsche Welle
Fonte: cartacapital.com.br
Postagens mais antigas Página inicial


JUVENTUDE FRANCISCANA - JUFRA
Regional Nordeste B1 - PE/AL

Rua Antônio Menino, 300.
Divinópolis, Caruaru/PE. CEP 55.010-210
jufraneb1@gmail.com

Copyright ©